Gilvania do Monte
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Meus ais são dolentes
São todos frementes
Tanto e de tal forma
Que irrompem pelas paredes

Repousam pelos meus meios
Dormitam em meu travesseiro
Trazendo o teu gosto
E também o teu cheiro

E desencadeiam pela madrugada
Trazendo-me o frio
Sem a tua chegada

E se multiplicam
Por toda a minha cama
Em todas as noites em que tu não me amas.
Gilvania do Monte
Enviado por Gilvania do Monte em 30/06/2013
Alterado em 04/07/2013
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